Arquivo do mês: fevereiro 2010

Depilador de buço

Não há nada mais incômodo e feio do que aqueles pelinhos escuros que teimam em nascer debaixo do nariz.

A DepiRoll desenvolveu o Creme Depilatório para Buço com aplicador, ideal para quem não tem muito tempo para fazer uma depilação profissional no salão de beleza.

Promove uma depilação indolor do buço, com aplicador para facilitar a utilização, espalhando o produto em dosagem controlada, dispensando o uso de espátula e evitando o contato com as mãos.

Evita o crescimento dos pelos por 7 a 15 dias.

Preço médio: R$ 9,00.

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Como usar as camisas “podrinhas”

Batizado de homeless chic (algo como mendigo chic, em português) pelo jornal New York Times, o estilo, que adota roupas destruídas, rasgadas e/ou furadas, recebeu o aval fashion da vez quando Christophe Decarnin, estilista da Balmain, apresentou a coleção de verão 2010 e colocou uma t-shirt surrada em um dos looks.

A partir daí,  o que antes era visto como roupa apenas para as mais ousadas, como Alice Dellal e as irmãs Olsen, tomou lugar nas ruas e blogs de streetstyle. Emmanuelle Alt, editora de moda da Vogue Paris, foi uma que apareceu com a camiseta podrinha sob uma jaqueta de croco com ombreiras.

Misturar o destruído com tecidos nobres é atualmente uma opção possível e até mesmo chic se for usada com atitude. Tem hora certa para fazer charme com essas peças, mas tem lugares onde não devem nem tentar aparecer, como escritórios, bancos, repartições e qualquer ambiente mais formal.

Mais: roupas deliberadamente rasgadas e destruídas são uma declaração de personalidade e rebeldia, o que combina melhor com pessoas de pouca idade.


Brilho para pele

Encontramos esse iluminador corporal nessa embalagem vintage gracinha no Território Feminino e amamos!

O Bathina da Benefit, segundo o site tem ótima textura e deixa a pele sedosa e com brilho homogêneo.

Para isso basta aplicar com a almofadinha em círculos!

Ótima dica pra brilhar geral!


Pele limpa

Lançamento fresquinho da Lancôme, o Pure Empreinte é uma santa máscara que purifica a pele instantaneamente. A argila branca presente na fórmula garante uma pele sequinha, limpa e maravilhosa. Segunda o fabricante alguns minutos são suficientes para obter esse resultado.

O precinho é salgado, R$ 187,00, mas segundo as usuárias vale a pena mesmo.


Marc Jacob pega pessoas reais para desfile

Vocês lembram que eu postei aqui uma notícia de que o sócio de marc Jacob estava atrás de ideias para o desfile da marca no Twitter, pois então, pelo jeito ele conseguiu.

Há menos de duas semanas, o sócio de Marc Jacobs, Robert Duffy, postou no Twitter que não tinha a menor ideia do que fazer nos desfile de outono-inverno da grife. E pedia sugestões aos seguidores. Se recebeu ou não, não se sabe, mas o que se viu na apresentação em Nova York foi uma coleção séria, contida, usável e comercial. As 56 meninas, algumas escolhidas por meio de casting feito na rua nos últimos dias, estavam todas num palco, escondidas por uma cortina de papelão.

Para começar a apresentação, Jacobs (de terno e gravata, sem a costumeira bermuda-saia que sempre usa) e Duffy rasgaram o papelão e uma a uma as meninas saíam do local e passavam entre as cadeiras colocadas no salão do State Armory, também forrado de papelão. A trilha do desfile foi composta por várias versões de Somewhere Over the Rainbow, de O Mágico de Oz. O mergulho aos anos 1980 que Jacobs fez no inverno 2009, colorindo a passarela na contramão do preto reinante de então, foi substituído por cores neutras: cinza, camelo, bege-claro e algumas pinceladas de amarelo. Um arco-íris sóbrio pintado por Jacobs.

Casacos na linha A (que se alargam em direção à barra) ou mais retos usados sobre vestidos e saias; pele, muita pele, como pede o frio, e tricôs foram as ideias mais marcantes da coleção, que teve também transparência em vestidos leves e em casacos. As peças em lã vêm tanto em conjuntos de saia e blusa, como em maxipulls tradicionais. E se há volume em várias delas, há também silhueta seca em casaquinhos, saias e vestidos. Não faltaram ainda roupas emprestadas do vestuário masculino, com calças, paletós e coletes.

Ao contrário da tendência dos muito curtos que se tem visto nas passarelas de inverno há algumas temporadas, Jacobs optou pelos comprimentos que vão dos joelhos, à metade das canelas chegando aos longos. As saias podem aparecer levemente godês ou franzidas, usadas com blazeres; e calças retas aparecem também com blusas de pele ou casaquetos.

Jacobs transforma o que poderia ser conservador – nas palavras do próprio estilista ditas nos bastidores – em roupas sofisticadas, trabalhadas com texturas e brilho, a partir de paetês e tecidos brilhantes, que garantem a modernidade e a vontade de usar. Nos pés, botas com cano pouco acima do ossinho do tornozelo ou sapatos usados com meias na mesma altura das botas. Para arrematar alguns looks, cintos finos pouco acima da cintura, além de bolsas com pele, carteiras e luvas longas. Na beleza, tudo muito natural, da maquiagem leve aos cabelos como se não tivessem sido penteados. Em resumo: a modernidade conservadora de Marc Jacobs.


Via Marte lança campanha de inverno

Para destacar as novidades da temporada outono/inverno, a marca de calçados Via Marte aposta em uma campanha com a cara da estação. As fotos – e o filme – que divulgam os lançamentos foram feitas na cidade de Cambará do Sul/RS. De acordo com a RBA, responsável pela produção, a locação foi escolhida “com base no conceito criativo desenvolvido pela agência, que busca a contradição estética entre modelos e cenários”.

A campanha contará “com um moderno jogo de luz e cores para um ambiente natural e aconchegante”, criando a dualidade entre campo e cidade. O desenvolvimento do filme para televisão ficou a cargo da Farofa Filmes. A produção de moda foi feita por Gi Macedo, com make assinado por Lu Ramos. As fotos são de Marcelo Nunes. O resultado da produção poderá ser conferido no final do mês de março.


NY Fashion Week

Os desfiles de Nova York, que começaram na última quinta-feira e terminam nesta quinta (18), têm levado às passarelas uma mistura de peças tiradas do guarda-roupa masculino (o que, diga-se, não é novidade) com vestidos extremamente femininos e curtos (tendência já vista e revista por aí). Novidades nas cores? Também não. Cinza, muito cinza, como há algumas temporadas, além do preto, marrom, beges, com pitadas de azul e vermelho.

Os estilistas apostam tanto na moda retirada dos escritórios masculinos (lembram-se de Wall Street, dos yuppies lá dos anos 1980?) quanto no apelo sexy, até com barrigas à mostra e ênfase nas pernas e ombros. Isso tudo pode vir em misturas de cachecóis e sobreposições, com xadrezes e listras num mesmo look.

Uma pegada grunge, mas sem esquecer o corpo marcado, com os vestidos bandage, que a marca criadora nos anos 1980 (e copiada há algum tempo) mantém vivos. Sim , Herve Leger, agora desenhada pelo dono da grife Max Azria, aposta mais uma vez nos modelos justos feitos a partir de tiras, com cintura marcada e pernas à vista (peças assim colocam em cheque a discussão que começa a ser mundial sobre a magreza das modelos: afinal, tem como mais cheinhas desfilarem com peças assim?).

Masculino/feminino

O lado masculino – mas sem perder a sensualidade jamais -, apareceu com Alexander Wang, que pegou as peças usadas por executivos e transformou em vestidos-blazeres, calças mais curtas, microcasacos.

Risca-de-giz e cinza mescla, típicos do guarda-roupa dos homens, não faltaram na passarela. Ele também levou looks mais sexies, com veludo (muito usado nas coleções), transparência, com um pé no gótico romântico. Nas pernas, longas polainas recobriam os calçados altos. Cinza foi a cor principal, mas bordô e preto apareceram nos looks.

Outro queridinho da nova safra de estilistas assentados em Nova York, Jason Wu, mostrou uma coleção de contrastes, em que não faltaram vestidos amplos, até casacos curtos e calças ou peças mais ajustadas: looks tanto para festas quanto para um dia mais informal.

Zac Posen mostrou também uma série de vestidos curtos, de veludo, com certo volume nos quadris, ou mais retos e justos. Beges, dourados e avermelhados marcaram a coleção, que trouxe ainda calças e casacos.

Carolina Herrera mostrou longos e curtos de coquetel, trabalhados com certo volume nos quadris ou com aplicações.

Diane Von Furstenberg apresentou na passarela novaiorquina de inverno casacos de tweed, tricô e jaquetas. O masculino apareceu em algumas peças, que também se misturavam a leves vestidos de organza, seda e aplicações de rosa, como no blazer cinza usado com calça comprida reta e comprimento acima do tornozelo.

Preto, prata e brilho se juntavam a vestidos com estampas abstratas em azul, principalmente, ou mais coloridas. Pele e brilho também marcaram presença.

Dona Karan, para a DKNY, introduziu uma série infindável de casacos, dos mais variados modelos e formas, alguns usados até mesmo como vestido (curtos,é claro).

Ela mantém modelos boyfriend para seu inverno 2010/2011, e mistura calça com gancho baixo e paletó curto. Xadrezes e padrões geométricos, com predominância do azul e do bege, vinham juntos ou separados, em looks que lembravam patchwork de peças.

E pernas para fora, tanto sem quanto com meias compridas. Nos pés, lá como cá, muita ankle boots ou opções (polainas e botas) que chegam até as coxas.

Fotne: Terra